Essa expressão pode soar estranha ou até pesada, especialmente para quem não é cristão. À primeira vista, parece falar de anulação pessoal ou sofrimento extremo. Porém, quando a Bíblia usa a expressão “morrer para si mesmo”, ela não está falando de deixar de existir, mas de abrir mão de viver apenas para satisfazer o próprio ego e passar a viver segundo a vontade de Deus.
“Morrer para si mesmo” significa que Deus deixa de ser apenas uma parte da vida e passa a ser o centro dela.
1. O que a Bíblia realmente quer dizer com “morrer para si mesmo”?
Biblicamente, “morrer para si mesmo” é uma mudança de direção. Antes, a pessoa vivia guiada apenas pelos próprios desejos, vontades e opiniões. Depois, passa a considerar o que agrada a Deus acima de tudo.
Isso não significa perder identidade, mas ter a identidade transformada.
2. Então, “morrer para si mesmo” é deixar de ter vontade própria?
Não. A Bíblia não ensina que o cristão vira um robô ou alguém sem sentimentos. O que muda é quem governa as decisões.
“Morrer para si mesmo” é:
- dizer não ao pecado, mesmo quando ele parece atraente;
- dizer sim a Deus, mesmo quando isso exige esforço ou renúncia.
3. Como isso acontece na prática do dia a dia?
“Morrer para si mesmo” não é um evento único, mas uma decisão diária.
Na prática, isso significa:
- escolher perdoar quando seria mais fácil guardar mágoa;
- falar a verdade quando mentir traria vantagem;
- controlar palavras, atitudes e pensamentos;
- buscar agradar a Deus mesmo quando ninguém está vendo.
4. Por que isso é necessário para a vida cristã?
Porque o pecado nasce do desejo de viver sem Deus no controle. “Morrer para si mesmo” é o caminho para uma vida espiritual saudável e frutífera.
Quando o “eu” deixa de ser o centro, Deus assume o lugar correto, e isso produz transformação real.
5. O que isso ensina para nós hoje?
- A vida cristã envolve escolhas diárias
- Nem tudo que quero me faz bem
- Obedecer a Deus gera vida, não perda
- A verdadeira liberdade vem da submissão a Cristo
6. Em resumo
- “Morrer para si mesmo” não é se anular, é se alinhar a Deus
- É negar o pecado, não a própria existência
- É uma decisão diária, não um ato isolado
- Leva à transformação e à verdadeira vida
- Cristo vive em nós quando o “eu” deixa de governar
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"A palavra de Cristo habite em vocês ricamente!"
(Colossenses 3:16)
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